Pedra Furada – Um lugar pra chamar de nosso!
8:35 am - 20 junho de 2014, por Lívia Saboya

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Olá, mundoo! O post hoje é super pessoal, mas mesmo assim quis dividir com vocês um pouquinho do meu refúgio…Estou falando do nosso sítio na Serra da Meruoca, pertinho de Sobral, minha terra! Quem me conhece sabe que sou uma pessoa super elétrica e daquelas que fica grudada no I-phone até de madrugada! Rs! Mas também tenho um lado “Zen” e lá no nosso paraíso, que tem o nome de Sítio da Pedra Furada, é onde eu solto todo esse lado zen, passo dias e noites felizes, sem telefone, sem internet, mas como muito conforto, alegrias e momentos especiais! É lá também onde solto meu lado gourmet, testo minhas receitinhas doces e salgadas (cada vez mais adoro cozinhar, além de comer! kkkkkk) e é lá que a nossa pequena Maria Clara corre soltinha, com os bichos, a natureza e o eterno embalo do seu balancinho de madeira..!

A minha mãe é quem cuida da casa com muito amor e carinho e tudo lá tem o dedinho dela! Tudo é feito com simplicidade, mas com um bom gosto especial, que eu admiro demais! Cada cantinho tem um pouco ( um muito!) da nossa história e a casa antiga e original foi preservada e existe há mais de 100 anos! As fotos dos nossos antepassados estão todas espalhadas em cada ambiente da casa, nos lembrando de onde viemos e pra onde vamos e é gostoso demais estar lá! Vou mostrar pra vocês algumas fotos do nosso paraíso, nós fotografamos ao longo do tempo e cada um da família emprestou um pouco do seu olhar pra essa matéria super especial! Espero que gostem! Bj bj!

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Fotos: Acervo da família, cada um contribuiu um pouquinho!Rs!

Enquanto ela não chega…!
11:57 am - 11 novembro de 2011, por Lívia Saboya
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Minha vida de espera só espera por ela. São dias e noites embalados no correr do relógio e do calendário. Contando as horas me preparo e vou arrumando seu armário… Enquanto isso, sonho com possibilidades infinitas, me perco em livros, em sites, em conselhos, quase me desespero e volto ao começo de tudo. Enquanto ela não chega, escuto sobre quando era comigo, dou mil voltas em volta do meu umbigo, esqueço de quase tudo que não é ela, me viro do avesso pra ser mil mulheres.

Enquanto espero, trabalho, me canso, choro e me apresso. Mas pressa por que, se ainda não posso te ver? O jeito é imaginar, de fato especular, pensando no dia em que você vai chegar. Mais um dia, mais um chute, muitos chutes, por demais. Será que vai jogar futebol? Me pergunto, rindo sozinha da minha própria curiosidade. Aí começo de novo a especular…Seria demais se ela fosse médica, empresária, política, poliglota e ainda soubesse dançar?

Não, não dá nem pra se controlar! Os pensamentos voam um a um em um turbilhão de emoções! Não sabia que era assim, tantas novidades, tantas decisões! Mas quero tudo ao que eu tenho direito, com toda a loucura que vem no pacote. O que ainda não sei, vou aprender no peito, com a filhota já pendurada no cangote!

Mas enquanto ela não chega, tudo é nuvem, tudo é novo. Tudo tão perto e tão distante, tão macio e empolgante. Me deixo levar pelo balanço do seu revirar, e a minha Maria Clara, que não pára de chutar…

Desejo mesmo que o tempo voe, que minha alma cante todo dia no seu ouvido. Que possa saber o quão feliz sou por te ter, mesmo que ainda tenha que esperar tanto para você nascer…!

 

Lívia Saboya G. de Albuquerque.